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domingo, 5 de setembro de 2010

Dudu e a Sincronicidade





Sábado,nada prá fazer...vamos ao shopping.

Conversinhas de família enquanto procuramos uma vaga, até que  estacionamos por fim.

Ainda no estacionamento, Dudu pára e quer me ensinar um golpe novo, pega meu braço e torce...


Estamos, eu e ele absorvidos no golpe.

- Filho que golpe é esse? é do judô?

- Não.

- Então quem te ensinou?

- Ahhh pai, foi a Carolzinha...

- Ah, a Carolzinha da escola? aquela lindinha que você gosta ? (tentando encabulá-lo)


Dudu, se cala meio que negando.


Nesse instante, como materializada do nada, de trás de uma curva do estacionamento, por trás de uma pilastra, surge Carolzinha,  acompanhada dos pais.


...penso eu, essa vai pro blog.

É a tal da sincronicidade, que vira e mexe aparece por aqui.

Na wikipédia fui espiar o significado do termo "sincronicidade":

"Em termos simples, sincronicidade é a experiência de ocorrerem dois (ou mais) eventos que coincidem de uma maneira que seja significativa para a pessoa (ou pessoas) que vivenciaram essa "coincidência significativa", onde esse significado sugere um padrão subjacente.

A sincronicidade difere da coincidência, pois não implica somente na aleatoriedade das circunstâncias, mas sim num padrão subjacente ou dinâmico que é expresso através de eventos ou relações significativos. Foi um princípio que Jung sentiu abrangido por seus conceitos de Arquétipo e Inconsciente coletivo.

Acredita-se que a sincronicidade é reveladora e necessita de uma compreensão, essa compreensão poderia surgir espontaneamente, sem nenhum raciocínio lógico. A esse tipo de compreensão instantânea Jung dava o nome de "insight"."


Modalidades

Carl Jung defende que os fenômenos sincronísticos podem ser agrupados em três categorias:

1. Coincidência de um estado psíquico do observador com um acontecimento objetivo externo e simultâneo, que corresponde ao estado ou conteúdo psíquico (p. ex., o escaravelho), onde não há nenhuma evidência de uma conexão causal entre o estado psíquico e o acontecimento externo e onde, considerando-se a relativização psíquica do espaço e do tempo tal conexão é simplesmente inconcebível.

2. Coincidência de um estado psíquico com um acontecimento exterior correspondente (mais ou menos simultâneo), que tem lugar fora do campo de percepção do observador, ou seja, espacialmente distante, e só se pode verificar posteriormente.

3. Coincidência de um estado psíquico com um acontecimento futuro, portanto, distante no tempo e ainda não presente, e que só pode ser verificado também posteriormente.

Ademais, Jung acrescenta que "nos casos dois e três, os acontecimentos coincidentes ainda não estão presentes no campo de percepção do observador, mas foram antecipados no tempo, na medida em que só podem ser verificados posteriormente. Por este motivo, diz que semelhantes acontecimentos são "sincronísticos", o que não deve ser confundido com"sincrônicos"."


segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Sincronicidade

Tem um poema que li há muitos e muitos anos atrás, e nunca me saiu da cabeça.

Muitas vezes lembro de alguns versos em delicadas situações do dia-a-dia.

Nunca soube o nome do poeta.

Domingo cedinho, como de costume fiquei zapeando a TV até parar por acaso no canal Canção Nova. Era o instigante Pe. Fábio de Melo, de quem já tinha ouvido falar, mas nunca ouvira falando.

Aparentemente encantava sua platéia...

Segunda-feira cedo, encontro com uma querida colega de trabalho. Me oferece pela primeira vez a leitura de um livro....

"Quem me roubou de mim"

Autor: Pe. Fábio de Melo.

Abro numa folha qualquer e leio:

"Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem; pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada.

Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta.

E já não podemos dizer nada."

Autor: Eduardo Alves Costa

Pensei aqui com meus botões... Jung, essa semana os sinais começaram a todo vapor.



segunda-feira, 16 de maio de 2011

Pai Nosso

Na série "Orações" que comecei há algum tempo atrás, cada uma que publico tem um motivo ou momento especial de vir parar aqui.

Embora há algum tempo vinha pensando na Oração do Pai Nosso, não sentia nenhuma atração para colocá-la aqui. Não sei se por sincronicidade ou por mera coincidência, me chegou ao conhecimento o texto do professor Prof. Paulo Cesar Pfaltzgraff Ferreira, um trabalho belíssimo de tradução e interpretação da Oração Maior.


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