sábado, 25 de setembro de 2010

Porque os homens gostam de cachorros




Por que alguns homens têm cachorros ao invés de esposas:


1. Quanto mais atrasado você está, mais excitados seus cachorros ficam ao lhe ver.



2. Cachorros não notam se você os chama pelo nome de outro cachorro.


3. Cachorros gostam que você deixe coisas no chão.


4. Os pais do cachorro nunca visitam.


5.Cachorros concordam que você tem que aumentar sua voz para argumentar.


6. Você nunca precisa esperar por um cachorro; eles estão prontos para sair 24 horas por dia.


7. Cachorros acham engraçado quando você está bêbado..


8. Cachorros gostam de sair para caçar e pescar.


9. Um cachorro nunca irá lhe acordar à noite para perguntar, "Se eu morresse, você iria ter outro cachorro?"


10. Se um cachorro tem filhos, você pode pôr um anúncio no jornal e dá-los para outras pessoas.


11. Um cachorro irá deixar você colocar uma coleira nele sem lhe chamar de pervertido.


12. Se um cachorro sente o cheiro de outro cachorro em você, eles não ficam bravos. Eles apenas acham interessante.


13. Cachorros gostam de passear na traseira do carro.


E por último, mas certamente não menos importante:


14. Se um cachorro vai embora, ele não leva a metade das suas coisas.


Teste da verdade:


Tranque sua esposa e seu cachorro no porta-malas do seu carro. Então abra o porta-malas e veja quem está mais feliz em lhe ver.



domingo, 19 de setembro de 2010

Dudu e o "obrigado"



Dias corridos, o tempo voa e quase não dá tempo de visitar os queridos blogs amigos...


Mas não poderia deixar de registrar uma pequena passagem do filhote nessa semana.


Festa de aniversário da Giogio na sexta passada... correria na saída do trabalho, esposa correndo, Dudu correndo... mas tudo dá certo, ótima festa, amigos queridos e Dudu se divertindo a valer.


Voltamos tarde.


Já em casa, Dudu sonolento e meio amuado resmunga alguma coisa...


- Filho, o que você tem?


- Nada pai.


- Aconteceu alguma coisa na festa? brigou com alguém, machucou...?


- Não pai. Tô um pouco triste.


- Triste? Triste porquê meu filho.


- Não sei pai... tô só um pouco triste.


- Vem cá filho e me dá um abraço apertado.


No silêncio de alguns instantes, penso o quanto é bom abraçar o filho amado.


Dudo se solta.


- Melhorou filho?


- Melhorei pai.


- Obrigado.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

GLOSSÁRIO MÍSTICO-ESOTÉRICO PARA INICIANTES




Chacras:
Segundo a filosofia oriental, o ser humano possui um corpo físico e um interior. No final de semana o homem verdadeiramente iluminado se desliga de sua vida material e se volta para o interior. Eu, por exemplo, tenho uma chacra no interior do São Paulo.

Cabala:
Seita esotérica abandonada por seus fiéis, por isso seus fundadores estão pensando em A cabá-la.

Karma:
Estado de elevação espiritual que só se atinge nas místicas cidades de Vargem, Sorocaba, Tatui e Bragança Paulista. Ex.:”Karma, pessoar!”

Kama-Sutra:
Estágio máximo de realização carnal. Antes de se chegar ao kama-sutra, deve-se passar pelo sofá-sutra, pelo banco-de-fusca-sutra e pela escada-de-serviço-sutra.

Duende:
Paciente de médico fanho.

Tao:
É o rei da cocada mística. Ex.: Paulo Coelho é o tao!

Quartzo:
Cristal místico que se desenvolve em conjugados. Também conhecidos como quartzo e sala.

Magos:
Estado esotérico que atinge aqueles que não são mais godos.

Nirvana:
Refúgio espiritual de nível elevado , quando se está com os nervos à flor da pele.Ex: Nirvana nas alturas !

Mandala:
Estado de alteração mística exacerbada em que um iniciado atinge o Nirvana quando não agüenta mais sua mulher. Ele perde a Karma e só pensa em Mandala pra PQP…



domingo, 5 de setembro de 2010

Dudu e a Sincronicidade





Sábado,nada prá fazer...vamos ao shopping.

Conversinhas de família enquanto procuramos uma vaga, até que  estacionamos por fim.

Ainda no estacionamento, Dudu pára e quer me ensinar um golpe novo, pega meu braço e torce...


Estamos, eu e ele absorvidos no golpe.

- Filho que golpe é esse? é do judô?

- Não.

- Então quem te ensinou?

- Ahhh pai, foi a Carolzinha...

- Ah, a Carolzinha da escola? aquela lindinha que você gosta ? (tentando encabulá-lo)


Dudu, se cala meio que negando.


Nesse instante, como materializada do nada, de trás de uma curva do estacionamento, por trás de uma pilastra, surge Carolzinha,  acompanhada dos pais.


...penso eu, essa vai pro blog.

É a tal da sincronicidade, que vira e mexe aparece por aqui.

Na wikipédia fui espiar o significado do termo "sincronicidade":

"Em termos simples, sincronicidade é a experiência de ocorrerem dois (ou mais) eventos que coincidem de uma maneira que seja significativa para a pessoa (ou pessoas) que vivenciaram essa "coincidência significativa", onde esse significado sugere um padrão subjacente.

A sincronicidade difere da coincidência, pois não implica somente na aleatoriedade das circunstâncias, mas sim num padrão subjacente ou dinâmico que é expresso através de eventos ou relações significativos. Foi um princípio que Jung sentiu abrangido por seus conceitos de Arquétipo e Inconsciente coletivo.

Acredita-se que a sincronicidade é reveladora e necessita de uma compreensão, essa compreensão poderia surgir espontaneamente, sem nenhum raciocínio lógico. A esse tipo de compreensão instantânea Jung dava o nome de "insight"."


Modalidades

Carl Jung defende que os fenômenos sincronísticos podem ser agrupados em três categorias:

1. Coincidência de um estado psíquico do observador com um acontecimento objetivo externo e simultâneo, que corresponde ao estado ou conteúdo psíquico (p. ex., o escaravelho), onde não há nenhuma evidência de uma conexão causal entre o estado psíquico e o acontecimento externo e onde, considerando-se a relativização psíquica do espaço e do tempo tal conexão é simplesmente inconcebível.

2. Coincidência de um estado psíquico com um acontecimento exterior correspondente (mais ou menos simultâneo), que tem lugar fora do campo de percepção do observador, ou seja, espacialmente distante, e só se pode verificar posteriormente.

3. Coincidência de um estado psíquico com um acontecimento futuro, portanto, distante no tempo e ainda não presente, e que só pode ser verificado também posteriormente.

Ademais, Jung acrescenta que "nos casos dois e três, os acontecimentos coincidentes ainda não estão presentes no campo de percepção do observador, mas foram antecipados no tempo, na medida em que só podem ser verificados posteriormente. Por este motivo, diz que semelhantes acontecimentos são "sincronísticos", o que não deve ser confundido com"sincrônicos"."


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